Poême de Manoel Rozentino, poete populaire originaire de l'île d'itaparica (Bahia), mort en 1897,
Eu amo o capadócio da Bahia
Esse eterno alegrete,
Que passa provocante em nossa frente,
Brandindo o seu cassete (...)
Adoro o capoeira petulante,
O caibra debochado,
O terror do batuque, o desordeiro,
Que anda sempre de compasso ao lado. (...)
Adoro o capadócio da Bahia,
Esse eterno patife,
Que gosta de bater numa pessoa,
Como quem bate bife
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