Jorge Amado écrit en 1964 dans le livre de Mestre Pastinha “Capoeira Angola” :
“...mestre da Capoeira de Angola e da cordialidade baiana, ser de alta civilização, homem do povo com toda sua picardia, é um dos ilustres, um de seus obas, de seus chefes. É o primeiro em sua arte; senhor da agilidade e da coragem, da lealdade e da convivência fraternal. Em sua escola no Pelourinho, Pastinha constrói cultura brasileira, da mais real e da melhor...”
dans son livre "Bahia de Todos os Santos", il décrit Mestre Pastinha en 1966 comme:
"um mulato pequeno, de assombrosa agilidade, de resistência incomum. (...) Os adversários sucedem-se, um jovem, outro jovem, mais outro jovem, discípulos ou colegas de Pastinha, e ele os vence a todos e jamais se cansa, jamais perde o fôlego"
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